Tendências atuais em jogos de tabuleiro: o que está em alta em 2026
O mercado de jogos de tabuleiro viveu uma fase de expansão acelerada e chegou a 2026 com mudanças claras de perfil. A busca por interação social fora das telas passou a guiar escolhas de jogadores e editoras.
Além do entretenimento, os jogos ganharam espaço como atividade cultural e social. No Brasil, o crescimento de eventos, ludotecas e lançamentos nacionais reforçou essa transformação do hobby.

Cooperação, partidas solo e acessibilidade
Uma das tendências mais fortes foi o avanço dos jogos cooperativos. Nessas experiências, os participantes se unem contra o tabuleiro, criando desafios compartilhados e maior sensação de envolvimento coletivo.
O modo solo também ganhou relevância no mesmo período. Muitos títulos passaram a oferecer regras dedicadas para um jogador, atendendo quem busca partidas estratégicas mesmo sem companhia.
Outra frente em alta são os chamados jogos “gateway”, pensados para novos públicos. Eles equilibram profundidade e regras simples, funcionando como porta de entrada para o universo moderno dos tabuleiros.
Esse movimento ampliou o público consumidor e reduziu a percepção de que jogos de tabuleiro são complexos. A experiência passou a ser vista como acessível, rápida e adaptável a diferentes perfis.
Produção nacional e financiamento coletivo
A valorização de autores brasileiros se consolidou como tendência. Editoras nacionais investiram em temas locais e reduziram a dependência de importações, fortalecendo o mercado interno.
O financiamento coletivo continuou essencial para viabilizar projetos ambiciosos. Campanhas bem-sucedidas ajudaram a testar ideias, formar comunidades e elevar o padrão de produção.
Componentes de alta qualidade também se tornaram diferenciais competitivos. Miniaturas detalhadas, tabuleiros espessos e arte caprichada passaram a influenciar diretamente a decisão de compra.
Experiências imersivas e novos espaços
Jogos temáticos e experiências do tipo legacy mantiveram destaque. A proposta de campanhas contínuas, com mudanças permanentes, atraiu quem busca narrativas mais profundas.
Os party games rápidos seguiram populares em encontros casuais. Títulos de explicação simples e partidas curtas dominaram reuniões familiares e grupos de amigos.
Paralelamente, cresceram espaços dedicados ao hobby, como locadoras e ludotecas. Esses ambientes permitiram experimentar jogos antes da compra, ampliando o acesso.