A Hasbro usa jogos para treinar CEO da empresa

Em meio ao avanço da inteligência artificial, empresas buscam novas formas de engajar talentos. A gamificação surge como resposta à queda de motivação nas equipes.

Em vez de treinamentos tradicionais, grandes corporações testam métodos mais interativos. A proposta é desenvolver habilidades estratégicas sem depender apenas de ferramentas digitais.

Créditos: Foto de Hunters Race na Unsplash

Jogo criado internamente simula decisões de um CEO

A Hasbro decidiu usar sua própria essência para treinar executivos. A empresa criou o jogo de tabuleiro Toy Tycoon como ferramenta de formação de líderes.

No jogo, funcionários assumem o papel de CEO por um dia. Eles tomam decisões estratégicas sem riscos reais para a companhia.

O tabuleiro simula dilemas comuns da alta gestão. Os participantes escolhem investimentos, negociam licenças e definem apostas para o futuro da marca.

Apesar do formato lúdico, o treinamento é levado a sério. A Hasbro avalia a empresa em bilhões e evita erros fora do ambiente controlado.

Antes de jogar, os participantes passam por um curso intensivo. São dois dias dedicados ao entendimento do mercado e dos negócios da companhia.

Após essa etapa, o jogo ocupa um dia inteiro. Um mediador conduz as fases, que ficam progressivamente mais complexas.

Estratégia reflete visão moderna de liderança

Segundo o CEO da Hasbro, liderar se assemelha a um jogo de estratégia. Decisões são dinâmicas, inéditas e exigem leitura constante de cenários.

A proposta também agrada gerações mais jovens. O formato fora das telas cria envolvimento diferente e estimula o pensamento crítico.

A iniciativa não é isolada no mercado corporativo. Outras gigantes também adotam a gamificação para acelerar aprendizado e engajamento.

Gamificação cresce e entrega resultados concretos

A Cisco usa jogos para capacitar equipes e conceder certificações internas. Já a Deloitte aplica o método no desenvolvimento de lideranças.

Na prática, tarefas são concluídas em metade do tempo. O modelo tradicional perde espaço para formatos mais interativos.

A Microsoft também investe em jogos corporativos. Eles são usados para aprimorar traduções e adaptar produtos a diferentes culturas.

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