As mãos de pôquer mais famosas do momento

Ao longo dos anos, o pôquer construiu um vocabulário próprio para identificar combinações marcantes. Muitos apelidos surgiram da criatividade dos jogadores e passaram a fazer parte do cotidiano das mesas.

Esses nomes facilitaram a comunicação durante as partidas e também ajudaram a criar histórias. Para iniciantes, conhecer esses termos tornou-se quase tão importante quanto aprender as regras básicas.

Créditos: Foto de Amol Tyagi na Unsplash

Cartas lendárias e referências históricas

Uma das mãos mais famosas foi o T2 de naipes diferentes, conhecida como Doyle Brunson. O apelido surgiu porque o jogador venceu duas WSOP segurando exatamente essa combinação decisiva.

O par de ases também ganhou múltiplos nomes ao longo do tempo. Rockets, American Airlines e agulhas foram usados devido ao formato das cartas e à força absoluta dessa mão.

Outra combinação popular foi o Ás e Rei, chamada de Big Slick. Ela representou alto potencial, mas também riscos, pois bastava um par simples do rival para mudar o rumo da rodada.

O par de reis recebeu o apelido de Cowboys, inspirado na figura clássica do rei com bigode. Curiosamente, o rei de copas destoou dos demais por não apresentar o mesmo detalhe visual.

Folclore, formato e criatividade dos jogadores

O par de valetes ficou conhecido como anzóis ou guarda-chuvas, devido ao formato das letras. Muitos jogadores passaram a tratá-lo como amaldiçoado, evitando-o sempre que possível.

Já o par de cinco ganhou o curioso nome de garçons, especialmente no Brasil. O desenho das cartas lembrou figuras equilibrando bandejas, reforçando a fama criativa dos jogadores locais.

As damas formaram a combinação chamada de as meninas. Dependendo dos naipes, surgiram variações como loiras ou morenas, ampliando ainda mais o folclore nas mesas.

O par de oitos recebeu o nome de bonecos de neve. A semelhança visual com duas figuras empilhadas também levou alguns a chamarem a mão de infinitos.

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