Como o Cellbit transformou o RPG Ordem Paranormal em um sucesso?
Criado em 2020 por Cellbit, o universo de Ordem Paranormal extrapolou o formato tradicional de RPG. O projeto nasceu como transmissão ao vivo e virou produto multimídia.
O streamer, cujo nome é Rafael Lange, apostou em narrativa seriada e produção caprichada. A combinação de roteiro estruturado e interpretação intensa ampliou o alcance.
A proposta sempre foi tratar o RPG como espetáculo. Câmeras, trilhas sonoras e direção cuidadosa elevaram o padrão das transmissões.
Com isso, o conteúdo deixou de ser nichado. O público passou a acompanhar como se fosse uma série dramática.

Nova temporada confirma força da marca
A nona temporada, intitulada “Hexatombe – O Spin-off de Sangue”, estreou no fim de outubro. Os episódios são exibidos ao vivo aos sábados nos canais oficiais.
A temporada contará com dez capítulos no total. Apenas os dois primeiros já somam 1,8 milhão de visualizações no YouTube.
O desempenho em poucas semanas evidencia engajamento consistente. A audiência acompanha teorias, debates e cortes nas redes sociais.
Esse modelo de lançamento cria expectativa contínua. A periodicidade semanal mantém o algoritmo ativo e a comunidade mobilizada.
Expansão para além das mesas
O sucesso não se limita às transmissões digitais. A marca ganhou quadrinhos, livros e linhas de roupas voltadas aos fãs.
A estratégia transformou o universo ficcional em propriedade intelectual rentável. O RPG deixou de ser apenas conteúdo para virar franquia.
A diversificação fortalece a comunidade e gera novas fontes de receita. Produtos físicos ampliam a experiência além das telas.
Assim, Cellbit consolidou um modelo híbrido de entretenimento. A combinação de storytelling, constância e branding explica o êxito duradouro.