Dominó: as regras completas do jogo clássico
O dominó é um dos jogos de mesa mais tradicionais do mundo. Ele combina lógica, estratégia e convivência social em partidas simples e dinâmicas.
No conjunto tradicional, conhecido como duplo-seis, são 28 peças retangulares. Cada uma é dividida em duas partes numeradas de 0 a 6.
Essa estrutura reúne todas as combinações possíveis sem repetição. Existem ainda versões maiores, como o duplo-9, duplo-12 e duplo-15.
A popularidade do dominó está ligada à facilidade de aprendizado. Ao mesmo tempo, o jogo exige memória, cálculo rápido e leitura de adversários.

Origem e regras essenciais
A teoria mais aceita aponta que o dominó surgiu na China antiga, entre 243 e 181 a.C. Há relatos que associam sua criação a Hung Ming.
Séculos depois, o jogo ganhou força na Europa. Nas cortes de Veneza e Nápoles, tornou-se passatempo frequente no século XVIII.
Antes da partida, as peças são embaralhadas viradas para baixo. Em jogos com quatro participantes, cada um recebe sete peças.
Geralmente inicia quem possui a dupla mais alta, como 6-6. Os jogadores encaixam números iguais nas extremidades abertas da mesa.
Se alguém não tiver peça compatível, pode passar a vez ou comprar do monte. Vence quem descartar todas as peças ou tiver menor soma ao travar.
Do tabuleiro ao ambiente digital
Com a tecnologia, o dominó também migrou para o ambiente virtual. Aplicativos e sites permitem partidas contra inteligência artificial ou adversários reais.
Há modos com ranking, torneios e salas privadas para amigos. Isso amplia o alcance do jogo e mantém a tradição adaptada aos novos hábitos.
Os conjuntos físicos podem ser feitos de plástico, madeira, resina ou materiais nobres. Alguns modelos são tão elaborados que viram objeto decorativo.
Em salas, escritórios ou espaços de convivência, o dominó pode ficar exposto em caixas elegantes. Assim, une lazer, memória afetiva e estética no mesmo espaço.