Estudo comprova que jovens deixam videogame de lado para jogar boardgames
Um estudo internacional da Asmodee, líder global em jogos de tabuleiro, mostra que jovens estão deixando os videogames de lado para se dedicar a jogos de mesa. A pesquisa destaca que essa preferência não é apenas lazer, mas também um modo de fortalecer vínculos sociais.
Os dados revelam que 26% dos entrevistados jogam boardgames pelo menos uma vez por semana, ficando logo atrás de videogames e podcasts. A popularidade cresce por uma razão clara: a necessidade de conexão humana e interação familiar.

Jogos de tabuleiro como catalisador social
Segundo o estudo, 64% afirmam que jogar aproxima a família, enquanto na França esse índice chega a 71%. Além disso, 40% consideram que os boardgames promovem mais interação do que uma simples conversa cotidiana.
Thomas Koegler, CEO da Asmodee, explica que os jogos de mesa vão além da diversão: “Eles oferecem lazer de qualidade, estimulam a imaginação, promovem bem-estar e fortalecem relações, criando experiências compartilhadas.”
A pesquisa evidencia que a prática dos jogos de tabuleiro é mais que uma moda passageira. O entretenimento se tornou um recurso para combater a solidão, criar vínculos genuínos e proporcionar momentos de convivência que os eletrônicos muitas vezes não alcançam.
Além da interação social, os jogos de mesa permitem que participantes desenvolvam habilidades como estratégia, comunicação e cooperação, tornando-se instrumentos valiosos para aprendizado e diversão conjunta.
O estudo da Asmodee também ressalta que a popularidade dos boardgames é global. Em diferentes países, os jovens buscam experiências que permitam desconectar-se das telas e viver momentos de proximidade com amigos e familiares.
Com 30 anos de atuação, a Asmodee reforça que o crescimento do mercado de jogos de tabuleiro reflete um desejo universal: mais tempo de qualidade, interação real e diversão colaborativa, rompendo barreiras sociais e estimulando o prazer compartilhado.