Os melhores decks avançados de Magic este ano
O cenário competitivo de Magic: The Gathering em 2026 passa por forte transformação. Novas coleções ampliaram o poder médio das cartas e redefiniram o metagame.
Expansões como Modern Horizons III introduziram ameaças eficientes e sinergias inéditas. No Standard, lançamentos recentes também estimularam estratégias mais técnicas e interativas.

Modern: energia e ameaças de alto impacto
No formato Modern, listas com mecânica de Energia assumiram protagonismo. O Boros Energy com Jegantha, the Wellspring consolidou-se como referência competitiva.
A base agressiva combina pressão inicial com cartas de altíssimo valor individual. Entre elas está The One Ring, peça central em diversos arquétipos.
Outra vertente forte envolve construções Eldrazi impulsionadas por Modern Horizons III. Estratégias de ramp permitem conjurar ameaças incolores devastadoras rapidamente.
Já o Dimir Control aposta em interação constante e criaturas eficientes. O plano é neutralizar recursos adversários e vencer por vantagem incremental.
O tradicional Amulet Titan segue relevante no ambiente avançado. Sua combinação de terrenos e aceleração mantém potencial explosivo em partidas longas.
Standard: diversidade e controle de ritmo
No Standard, o Mono Green Landfall se destaca pela sinergia entre terrenos e criaturas. A estratégia maximiza triggers para gerar pressão consistente.
O Jeskai Control adota postura reativa e técnica. Remoções e mágicas de resposta permitem ditar o ritmo do confronto desde os primeiros turnos.
O Sultai Reanimator explora o cemitério como extensão da mão. A lista exige gestão precisa de recursos e timing refinado.
Boros Aggro continua eficiente no dano direto. Sua proposta é encerrar partidas antes que o oponente estabilize o campo.
O que caracteriza um deck avançado
Em 2026, listas competitivas compartilham três pilares estratégicos. Gestão eficiente de recursos, alta densidade de interação e cartas com forte geração de valor.
Seja manipulando Energia, explorando o cemitério ou abusando de permanentes impactantes, o nível técnico do meta atual exige decisões precisas. O erro raramente passa impune nos principais torneios.