Relembrar é viver: confira a história de Zelda, que completou 40 anos
Quatro décadas após sua estreia, The Legend of Zelda permanece como uma das sagas mais influentes da indústria. Sua mitologia atravessa eras, reencarnações e mundos paralelos.
Ao longo dos anos, a franquia construiu uma cronologia complexa. Cada título amplia o ciclo eterno entre o herói, a princesa e a encarnação recorrente do mal.

A origem do ciclo
A linha temporal começa em The Legend of Zelda: Skyward Sword. Ali nasce a Master Sword e se estabelece a maldição que perpetua o conflito.
O demônio Demise, ao ser derrotado, promete que seu ódio retornará. Essa sentença explica o surgimento contínuo de Link, Zelda e Ganon através dos séculos.
Em seguida, jogos como The Legend of Zelda: The Minish Cap e The Legend of Zelda: Four Swords expandem a formação de Hyrule. Artefatos como a Four Sword reforçam a ideia de múltiplas encarnações heroicas.
O ponto de ruptura ocorre em The Legend of Zelda: Ocarina of Time. A manipulação do tempo divide a história em três realidades distintas.
Três destinos para Hyrule
Na linha do herói derrotado, The Legend of Zelda: A Link to the Past mostra um reino ameaçado pelo Dark World. Décadas depois, o primeiro The Legend of Zelda apresenta um Hyrule fragmentado.
Na realidade do herói criança, The Legend of Zelda: Majora’s Mask explora consequências pessoais. Já The Legend of Zelda: Twilight Princess traz um tom mais sombrio.
A linha do herói adulto conduz a The Legend of Zelda: The Wind Waker. Hyrule submerge sob o oceano após a ausência do salvador esperado.
Convergência e futuro
Décadas depois, The Legend of Zelda: Breath of the Wild sugere a convergência das linhas temporais. O reino devastado renasce após um século de calamidade.
A expansão mitológica continua em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom. O passado remoto e o futuro distante se entrelaçam, provando que a lenda continua viva aos 40 anos.