Você precisa pagar 11 mil reais para jogar Dungeons & Dragons? Entenda
Você pagaria mais de dez mil reais para participar de uma experiência ligada a Dungeons & Dragons? A pergunta ganhou força após o anúncio de um evento que transforma o RPG em algo bem diferente do comum.
Durante décadas, D&D foi associado à simplicidade e à imaginação compartilhada. Porém, iniciativas recentes mostram que até jogos tradicionais podem entrar no mercado de experiências premium.

Um evento que muda o papel do mestre
O Dungeon Master University, previsto para janeiro de 2026, será realizado em um campus universitário nos Estados Unidos. A proposta é oferecer uma imersão completa para quem deseja evoluir como mestre de jogo.
Os valores cobrados variam bastante e podem ultrapassar a marca dos R$ 11 mil. O público-alvo são narradores que buscam técnicas avançadas e contatos profissionais no universo do RPG.
O programa inclui aulas presenciais, palestras curtas e sessões práticas supervisionadas. Nessas atividades, os participantes narram histórias e recebem avaliações diretas de nomes conhecidos da área.
Além disso, há espaços voltados à criação de mundos, desenvolvimento de campanhas longas e estruturação narrativa. O foco está em transformar o hobby em uma habilidade refinada.
O que está incluso na experiência
Mesmo os pacotes mais básicos oferecem alimentação e acesso a seminários. Já as opções mais caras prometem encontros exclusivos, partidas especiais e itens colecionáveis do evento.
Instrutores renomados ajudam a justificar o valor elevado. A presença de designers e mestres famosos atrai quem vê o RPG também como carreira.
A iniciativa segue o modelo de outros eventos de luxo voltados a hobbies criativos. Leitura, escrita e jogos vêm sendo apresentados como experiências imersivas de alto padrão.
Criado nos anos 1970, Dungeons & Dragons passou por várias edições e mudanças de estilo. Ainda assim, manteve a essência acessível que conquistou milhões de jogadores.
Críticos do evento lembram que o RPG não exige grandes investimentos. Dados, papel e imaginação continuam sendo suficientes para boas histórias.